As quatro principais tendências que impactarão o consumo em 2015

Uma cliente da Tea With Me, do ramo de laticínios, me enviou essa matéria originalmente publicada neste site, que achei muito legal! Pelo andar da carruagem, a humanização das marcas é mesmo inevitável (ainda bem). Confira as tendências para atrair essas pessoas e cole-as na sua área de trabalho para não esquecer. 🙂

A Mintel, consultoria na área de pesquisa de mercado especializada em mapeamento de inovações e novas tendências de consumo final, divulgou recentemente um relatório sobre as tendências do consumo no Brasil no ano de 2015. Este relatório aponta 4 vertentes que, segundo a consultoria, irão conduzir os negócios no próximo ano são: questões de gênero em pauta, busca pela felicidade, lute por seus direitos e fique conectado.

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Quer vender para brasileiros? Invista no mobile!

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Que o crescimento da publicidade em celulares e tablets é sem volta, não há a menor dúvida. A novidade é que o Brasil se destacou no estudo desenvolvido pela PwC que comparou o comportamento de quatro outros mercados potenciais para o uso de publicidade móvel: EUA, Grã-Betanha e China. O brasileiro é o mais engajado em atividades móveis, o mais interessado em interagir com a publicidade móvel, e os mais ‘propensos’ a permitir o acesso das empresas às suas informações pessoais.

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É oficial: tuítes com fotos e vídeos têm mesmo maior taxa de RTs

Quem trabalha com mídias sociais já havia reparado que tuitadas acompanhadas de foto geram muito mais engajamento do que um simples texto. Tanto é que muitas publicações deixaram de atualizar seus perfis do Twitter por meios automatizados, que tradicionalmente publicam apenas texto e link, para efetivamente postar e monitorar as suas redes, incluindo fotos, vídeos, aspas e até opiniões nas tuitadas.

E o que era apenas um feeling de quem trabalha na área agora foi comprovado oficialmente. Douglas Mason, cientista de dados do Twitter, analisou tuítes de diversos usuários verificados nos EUA, dos setores de música, notícia, esportes, TV e governo, e encontrou uma relação direta entre postagens com conteúdos multimídia, links, hashtags e informações diretas – como citações ou estatísticas – e um maior número de retuitadas.

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Comportamento é expressado com hora e data marcada na Internet?

Sim. Pelo menos é o que as ferramentas de monitoramento de redes sociais pretendem cercar pelos assuntos que são recorrentes (e comuns) entre vários usuários. Não é de surpreender, já que há muito o Facebook, Twitter, Instagram e outras tem sido usado como um divã para expressar empatias e simpatias de uns para outros direta ou indiretamente.

A agenda do feed é quase sempre a mesma.

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Índice de Novos Valores: acompanhe, em tempo real, sentimentos dos usuários nas redes sociais

Sempre gostei muito da forma como a VALE criava suas ações e mostrava suas ideias em seus comerciais e ações de marketing. Na semana passada, gostei mais ainda da aproximação da VALE em apresentar um novo site que a empresa criou.

INV – Índice de Novos Valores – é uma ferramenta de monitoramento online que acompanha, em tempo real, quais são os principais desejos e preocupações da sociedade em diferentes países.

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Quanto tempo você passa no Facebook?

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A hipótese de uma patologia denominada “Compulsão pela Internet” ainda não foi descartada. Muito pelo contrário. A partir da grande oferta de tratamentos oferecida aos “dependentes virtuais” fica cada vez mais claro que está longe de ser um argumento de futurista chato.

Temos então que sair da internet? Claro que não. Esse é um caminho sem volta, na qual não conseguimos mais viver sem poder narrar nossas experiências em público. O que ainda é possível é cercar o tempo que despendemos com o acesso, principalmente ao Facebook.

Não necessariamente com esse objetivo, mas atendendo indiretamente essa ‘prestação de serviço’, a ferramenta “How Much Time Have You Wasted” calcula quando tempo você gasta na rede.

A Facebook Time Machine é uma espécie de calculadora, que vai analisando o número de postagens feitas na rede social e somando o tempo gasto a cada dia. No final, emite uma espécie de relatório, com quantos dias, horas e minutos que o usuário já “gastou”. Além disso, mostra também o total de publicações feitas por ele desde que criou o perfil.

Para fazer uma análise é só informar a quantidade média de minutos que você acredita que navega no Facebook por dia. Segundo a página, a média mundial fica em torno de 17 minutos. Depois, autorize a Time Machine (Máquina do Tempo) com os dados do seu Facebook e aguarde.

O processo pode demorar um pouco, especialmente para quem já possui uma conta na rede social há algum tempo. Resta apenas esperar e, provavelmente, também ter aquela surpresa com o resultado.

Para que isso? Uma alerta nunca é demais, ainda mais para quem não tem a menor noção do tempo que gasta na rede.

 

 

O brasileiro e a Internet: a quantas anda essa parceria?

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A pesquisa F/Radar, idealizada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em parceria com o Instituto Datafolha, se propôs a responder essa pergunta que muito interessa aos publicitários e anunciantes de plantão. Foram realizadas 2.236 entrevistas que abordaram pessoalmente, pessoas com 12 anos ou mais, de todas as classes sociais. Os dados correspondem a maio de 2013.

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Segundo a pesquisa, os internautas somam mais de 84 milhões de brasileiros – ainda segundo a pesquisa, há uma estimativa de mais de 157 milhões de brasileiros com mais de 12 anos em 2012, se o número procede, podemos dizer que pelo menos metade da população com mais de 12 anos já está usando a internet.

Apesar do constante crescimento, o Brasil ainda está atrás de países europeus que possuem mais de 95% da população com acesso a internet.

Como não poderia deixar de ser – e não é novidade para ninguém, a internet móvel já é usada por mais de 43 milhões de brasileiros. Ou seja, mais da metade das pessoas que acessam a internet no Brasil, já usam smartphone ou tablet para acessar a rede. Dentro deste universo, a pesquisa aponta que pelo menos 8 milhões de brasileiros estão acessando a internet pelo tablet, cerca de 10% do total de internautas no país.

Por mais que a democratização do acesso à internet seja algo amplamente defendido, a pesquisa mostrou que a classe social e a escolaridade ainda são as maiores barreiras para entrada na internet.

Outro dado relevante, em se falando de comportamento, é o quanto a vida dos internautas tem sido narrada nas redes. Veja:

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Sobre as redes mais usadas, o Facebook não cansou o brasileiro, como os futuristas tem apostado. A pesquisa também revela o crescimento do Instagram e Whatsapp no páis.

E uma informação importante: o e-commerce não errou em suas previsões.

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Veja outras conclusões da pesquisa aqui:

O Marketing da matilha

Tendemos a seguir a multidão e não, não é por modinha. Conforta-nos a posição de “ter mais alguém fazendo isso” e nos dá a sensação de pertencimento saber que faço parte da “discussão que circula todo o mundo”. Seguir a maioria nos ajuda a diminuir a incerteza e ansiedade, pois se todos estão tomando a mesma decisão, certamente ela é a melhor. Sabemos que não necessariamente é o que acontece, mas é sem dúvida o que nos conforta.

E o ‘Like’ é o atual líder da matilha. Isso é o que mostra uma pesquisa feita pelo MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Eles queriam ‘matar’ a seguinte curiosidade: uma coisa é popular porque é boa ou é boa porque é popular?

Para obter tal resposta, eles usaram como fonte de pesquisa um site (não divulgado), durante 5 meses, onde os leitores podiam comentar sobre artigos e também “curtir” ou “reprovar” cada comentário. Cada comentário recebia dos pesquisadores do grupo-controle um “curtir” ou “reprovar” de maneira arbitrária. Para refletir a tendência dos usuários do site, a maioria das respostas arbitrárias foi positiva.

Como resultado, a primeira pessoa que lia o comentário tinha 32% mais chance de aprová-lo se o texto já tivesse recebido um elogio artificial dos pesquisadores.

Ao longo do tempo, os comentários que tinham uma aprovação “falsa” tiveram notas 25% mais altas do que aqueles do grupo-controle –cada comentário recebeu uma nota calculada pela subtração de comentários negativos dos positivos.

O experimento de Solomon Asch é um bom exemplo de que seguir a maioria nos conforta. Um candidato e alguns atores são colocados em uma sala e orientados a dizer quais linhas em um papel possuem o mesmo tamanho. Os atores sempre dão a mesma resposta e ela está errada. Para se sentir confortável, o participante, mesmo sabendo que está errado, concorda com os demais.

httpv://www.youtube.com/watch?v=Ijop2hvPNFE

Para sites de venda a utilização de listas de desejos, de popularidade, depoimentos, análises e recomendações, são ferramentas que auxiliam o usuário a escolher melhor, pois todas as opiniões que estão ali, auxiliam a diminuir as incertezas.

Fica a dica! 😉

Redes a serviço do social

O Twitter anunciou esta semana, que vai ajudar usuários com alertas especiais de agências do governo e auxiliá-las durante desastres naturais.

Usuários que se cadastrarem vão receber notificações em seus smartphones por meio do aplicativo do Twitter bem como mensagens de texto (SMS) – considerando que eles entregariam seus números de celulares – de qualquer uma das dezenas de agências do governo que aderiram ao programa.

A Agência Federal dos Estados Unidos de Gerenciamento de Emergências, o serviço de Prevenção de Desastres de Tóquio e a Organização Mundial de Saúde estão entre os participantes.

Utilidade na rede já é aprovada

O programa de alertas começa um ano após o Twitter ter exibido seu potencial durante o furacão Sandy, quando os moradores presos na costa leste dos EUA relataram o progresso da tempestade e procuraram ajuda na plataforma móvel.

Um serviço de ajuda semelhante desempenhou um papel nos esforços de resgate no Japão após o tsunami de 2011, disse o Twitter. O programa está disponível inicialmente nos Estados Unidos, Japão e Coreia do Sul e será expandido para outros países.

Prisma da Conversação 4.0 mostra quais são as redes sociais dominantes

O infográfico (ou mapa visual) que começou a ser desenvolvido em 2008 por Brian Solis, sobre todo o cenário existente no que se refere às redes sociais, ganhou uma atualização no mês passado e publicou o resultado de um novo estudo sobre etnografia digital que monitora as redes sociais dominantes na Internet e as mais promissoras, organizadas do modo como estão a ser utilizados na vida cotidiana dos usuários.

A versão 4.0 do Conversation Prism mostra as tendências para quem trabalha com comunicação e ainda mapeia como as empresas e os profissionais de comunicação podem usar esse infográfico para entender o cenário web atual.

Aplicabilidade do guia

Há algumas razões que fazem desse infográfico um ótimo material de trabalho:

  • Mostrar ao seu cliente (ou gestor) as mídias sociais vão além doe Facebook, Youtube e Twitter;
  • Compartilhar com seu time um mapa de oportunidades em diversas mídias;
  • Conhecer novos canais para emitir a sua mensagem;
  • Atualizar-se das tendências e ampliar escopo de atuação.
Gostou? Faça o download do prisma (em diversos formatos) no site oficial!