Por que a rotatividade em empresas que empregam pessoas criativas é grande?

Esse texto foi publicado originalmente por mim, no caderno Admite-se do Jornal Estado de Minas

O mercado da criatividade está em crise. Não, não é por falta de mão de obra nem de clientes (por enquanto). O motivo é a unanimidade da resposta que se tem ouvido desses profissionais quando questionados: “Para você, qual é o melhor lugar do mundo para trabalhar?”. – “No meu próprio negócio”. O salto de empregado para CEO (sigla em inglês que significa Diretor Executivo) é a bola da vez. Quando falamos de pessoas que trabalham com internet então, a vida útil da CLT parece ter os dias contados.

“Você não precisa ir à faculdade para ser um empreendedor ou para desenvolver um software”, afirmou com veemência o desenvolvedor John Meyer, que aos 19 anos recusou propostas da Apple, do visionário Steve Jobs. Segundo ele, as chances da empresa voltar a contactá-lo são infinitas, o que faz dele e tantos outros jovens assumirem o risco ao invés de se preender a uma rígida estrutura do mercado de trabalho tradicional.

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