O caso do trabalhador que perdeu seus direitos por causa do Facebook*

Carlos tem 30 anos e trabalhouna área de produção em uma multinacional durante sete anos. Ficou afastado do emprego por seis meses por problemas psiquiátricos ocasionados por assédio moral sofrido na empresa. No final da licença, quando retornou às atividades, foi demitido.

Imediatamente, como qualquer trabalhador indignado faria, Carlos procurou um advogado para assegurar seus diretos, principalmente devido ao adoecimento mental e comprometimentos que a depressão havia lhe causado até na vida pessoal. A perícia forense provou em um laudo judicial que o adoecimento de Carlos de fato havia acontecido a partir da vivência profissional nessa empresa – e acreditem: provar questões psicológicas no âmbito do trabalho não é assim tão fácil.

Bom, com a prova da perícia, causa ganha, certo? Era o que Carlos (e o advogado dele) também achavam. Durante a audiência, o advogado da empresa – que estava do lado oposto de Carlos, questionou se o trabalhador já não havia tido problemas psicológicos antes do período em que esteve na multinacional. Obviamente, Carlos rebateu com a indignação de ter desenvolvido um sintoma nunca imaginado após os assédios sofridos na vida laboral.

Continue a ler O caso do trabalhador que perdeu seus direitos por causa do Facebook*

Anúncios

3 motivos pelos quais o mercado deve se ajudar mais

1

Com o passar do tempo, a experiência de administrar um negócio próprio voltado para a área de Publicidade Digital revela-se cada vez mais surpreendente.  A sensação de lidar com o cliente e entender com afinco os seus objetivos talvez seja a parte mais encantadora, que nos faz apaixonar por aquele negócio como se ele fosse nosso, e é.

Por um lado não tão happy do ofício, alguns comentários tem se tornado rotina entre as pessoas que batem à nossa porta procurando pelos nossos serviços. Grande parte chega com um enorme receio de valores, prazos e qualidade, relatando experiências anteriores. As mais comuns são erros de português, “me prometeram X e não cumpriram”, “já paguei muito menos por isso”, dentre outros.

É amigos, não é fácil convencer a pessoa a contratar um serviço que o sobrinho dela pode fazer de graça ou que algum picareta fez antes. Mas aí você me diz: ‘é só mostrar seu portfólio’, certo? Pior que não, viu?! O que tem de gente que também usa esse artifício de forma errônea, não é brincadeira. O site está cheio de marcas grandes e projetos mal vistos a olho nu.

Por isso acredito que só existem três caminhos para esse mal do século na nossa profissão: amar esse mercado, cuidar dele como um filho e exigir muito que a concorrência seja boa e forte!

Continue a ler 3 motivos pelos quais o mercado deve se ajudar mais