Em 2014, a tecnologia terá que aprender sobre os humanos, e não o contrário

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A tecnologia a favor do social. 100%. Essa é a previsão para esse ano no marketing digital. Com a ascensão e necessidade do mercado, o desenvolvimento centralizou-se no Mobile e a Localização, ferramentas essas que não criam uma demanda para o usuário, mas adequam e facilitam a rotina dele.

Minha aposta é que palavras como ‘gameficação’, ‘big data’, ‘open source’, ‘computação na nuvem’ e ‘design responsivo’ serão ouvidas com mais frequência. Todas mediadas pela experiência do usuário e a linha de raciocínio humano. O objetivo, mais do que nunca, será engajar pessoas pelo que elas gostam, desejam e o mais importante: podem compartilhar. Uma câmera fotográfica já não basta, se não tiver a opção de compartilhar na hora.

No fim de 2013, aplicativos de ‘resumo do ano’ no Instagram, Facebook e Twitter tiraram ‘extrato’ das atividades, fizeram caricaturas fofas e reuniram os melhores momentos em vídeo, para que todos soubessem como foi o ano que findava.

A tecnologia terá que aprender sobre o ser humano, e não mais nós aprendermos sobre ela. É sobre comportamento. As pessoas compartilham, influenciam e são influenciadas, em uma rede de relacionamentos (social); dão mais importância ao que está ao seu alcance e que podem usufruir rapidamente (local); e querem tudo isso onde estiverem, na hora que desejarem, em uma ampla experiência totalmente conectada (mobile).

Como consequência, já vemos pipocar cursos de neuromarketing, pesquisas sobre ‘porque o usuário compartilha’, design centrado na experiência do internauta etc. A psicologia das massas, o narcisismo, a sociologia do engajamento e a necessidade de pertencimento serão as teorias da vez.

O usuário vai preferir privacidade ou conteúdo personalizado em troca de informações? Já optamos por permitir acessos sobre quem somos para fazer parte de aplicativos. E o marketing irá se aproveitar cada vez mais dessa ameaça sob pena de não estar mais engajado.   Microtargeting: desejo de consumo das empresas da vez. Elas ajudarão a identificar perfis de usuários e oferecer-lhes experiências digitais de consumo contextualizadas e customizadas, agregando mais valor e aumentando a conversão.

Portanto, mais do que nunca, precisamos entender sobre as pessoas, antes mesmo de qualquer tecnologia. E que fique claro: entender sobre elas não é saber como persuadi-las de forma anti ética, mas atender as necessidades com boas ideias e criatividade voltada para quem ora é publicitário, ora é consumidor.

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