Quanto tempo você passa no Facebook?

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A hipótese de uma patologia denominada “Compulsão pela Internet” ainda não foi descartada. Muito pelo contrário. A partir da grande oferta de tratamentos oferecida aos “dependentes virtuais” fica cada vez mais claro que está longe de ser um argumento de futurista chato.

Temos então que sair da internet? Claro que não. Esse é um caminho sem volta, na qual não conseguimos mais viver sem poder narrar nossas experiências em público. O que ainda é possível é cercar o tempo que despendemos com o acesso, principalmente ao Facebook.

Não necessariamente com esse objetivo, mas atendendo indiretamente essa ‘prestação de serviço’, a ferramenta “How Much Time Have You Wasted” calcula quando tempo você gasta na rede.

A Facebook Time Machine é uma espécie de calculadora, que vai analisando o número de postagens feitas na rede social e somando o tempo gasto a cada dia. No final, emite uma espécie de relatório, com quantos dias, horas e minutos que o usuário já “gastou”. Além disso, mostra também o total de publicações feitas por ele desde que criou o perfil.

Para fazer uma análise é só informar a quantidade média de minutos que você acredita que navega no Facebook por dia. Segundo a página, a média mundial fica em torno de 17 minutos. Depois, autorize a Time Machine (Máquina do Tempo) com os dados do seu Facebook e aguarde.

O processo pode demorar um pouco, especialmente para quem já possui uma conta na rede social há algum tempo. Resta apenas esperar e, provavelmente, também ter aquela surpresa com o resultado.

Para que isso? Uma alerta nunca é demais, ainda mais para quem não tem a menor noção do tempo que gasta na rede.

 

 

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O brasileiro e a Internet: a quantas anda essa parceria?

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A pesquisa F/Radar, idealizada pela F/Nazca Saatchi & Saatchi em parceria com o Instituto Datafolha, se propôs a responder essa pergunta que muito interessa aos publicitários e anunciantes de plantão. Foram realizadas 2.236 entrevistas que abordaram pessoalmente, pessoas com 12 anos ou mais, de todas as classes sociais. Os dados correspondem a maio de 2013.

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Segundo a pesquisa, os internautas somam mais de 84 milhões de brasileiros – ainda segundo a pesquisa, há uma estimativa de mais de 157 milhões de brasileiros com mais de 12 anos em 2012, se o número procede, podemos dizer que pelo menos metade da população com mais de 12 anos já está usando a internet.

Apesar do constante crescimento, o Brasil ainda está atrás de países europeus que possuem mais de 95% da população com acesso a internet.

Como não poderia deixar de ser – e não é novidade para ninguém, a internet móvel já é usada por mais de 43 milhões de brasileiros. Ou seja, mais da metade das pessoas que acessam a internet no Brasil, já usam smartphone ou tablet para acessar a rede. Dentro deste universo, a pesquisa aponta que pelo menos 8 milhões de brasileiros estão acessando a internet pelo tablet, cerca de 10% do total de internautas no país.

Por mais que a democratização do acesso à internet seja algo amplamente defendido, a pesquisa mostrou que a classe social e a escolaridade ainda são as maiores barreiras para entrada na internet.

Outro dado relevante, em se falando de comportamento, é o quanto a vida dos internautas tem sido narrada nas redes. Veja:

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Sobre as redes mais usadas, o Facebook não cansou o brasileiro, como os futuristas tem apostado. A pesquisa também revela o crescimento do Instagram e Whatsapp no páis.

E uma informação importante: o e-commerce não errou em suas previsões.

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Veja outras conclusões da pesquisa aqui:

Do Facebook para a mente dos Alzheimers

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A Doença de Alzheimer atinge cerca de 10% da população com mais de 65 anos e é considerada um grande desafio social e econômico do século XXI,  já que a perspectiva da Organização Mundial de Saúde (OMS) é que, de 2010 a 2030, o número de casos de pessoas com a doença aumente de 35,6 para 65,7 milhões.

Em busca de conscientizar e engajar os futuros idosos, a Alzheimer Nederlandlançou uma campanha única no Facebook que permite experienciar, por um breve momento, como é sofrer dessa terrível doença.

Inserindo e marcando imagens de pessoas em fotos de eventos que nunca participaram, eles foram capazes mostrar o mundo sob a perspectiva de um paciente. Simples e genial!

Fonte: Midias Sociais

ALZHEIMER NEDERLAND – The Alzheimer’s Event [casefilm] 2:00″ from N=5 on Vimeo.

Em 2014, a tecnologia terá que aprender sobre os humanos, e não o contrário

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A tecnologia a favor do social. 100%. Essa é a previsão para esse ano no marketing digital. Com a ascensão e necessidade do mercado, o desenvolvimento centralizou-se no Mobile e a Localização, ferramentas essas que não criam uma demanda para o usuário, mas adequam e facilitam a rotina dele.

Minha aposta é que palavras como ‘gameficação’, ‘big data’, ‘open source’, ‘computação na nuvem’ e ‘design responsivo’ serão ouvidas com mais frequência. Todas mediadas pela experiência do usuário e a linha de raciocínio humano. O objetivo, mais do que nunca, será engajar pessoas pelo que elas gostam, desejam e o mais importante: podem compartilhar. Uma câmera fotográfica já não basta, se não tiver a opção de compartilhar na hora.

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