Causa Brasil monitora em tempo real as reivindicações a partir de citações nas redes sociais

Quais são afinal, as causas pelas quais as pessoas estão indo às ruas em protestos que já duram mais de semanas por todo o Brasil? Se depender do que elas contam e se mobilizam nas redes sociais a partir de hashtags (#), a Causa Brasil tem a resposta.

A plataforma foi criada pela W3haus em parceria com a Seekr e tem como objetivo ajudar a entender o que diz “a voz das ruas” nas manifestações que estão rolando no Brasil, por meio dos comentários nas redes sociais. Segundo a metodologia descrita do site, uma lista de mais de 100 termos de busca é atualizada constantemente, pela ferramenta de monitoramento Seekr, que acompanha os posts no Facebook, Twitter, Instagram, YouTube e Google+.

Abastecida automaticamente, a cada hora, a ferramenta traz gráficos visuais e funciona como um termômetro que categoriza, agrupa e interpreta ‘a voz’ dos manifestos.

O Causa Brasil destaca ainda, os temas mais comentados e a quantidade de menções sobre o assunto, entre outros dados. Com essas informações, a plataforma  mostra quais os objetivos que têm adesão de mais pessoas.

Bem como qualquer ferramenta de monitoramento do que tem sido falado na rede, #ficaadica para os políticos e para o mercado, que passa a olhar o monitoramento com outros olhos após as manifestações.

O gigante acordou com o despertador do Zuckerberg

Nas duas últimas semanas todo mundo se perguntou (inclusive quem estava nas ruas), qual era afinal, o motivo dos protestos que aconteceram nas principais capitais do país que rapidamente se espalhou pelo interior e ganhou o mundo em solidariedade ao povo que irá sediar a Copa do Mundo. Em resumo, a causa da insatisfação é advinda principalmente, dos prejuízos sociais ocasionados pela corrupção brasileira praticada pelos nossos governantes.

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Não é porque o Facebook adotou a #hashtag #que #você #deve #ficar #escrevendo #assim

O Facebook anunciou nesta quarta-feira (12), o uso das adoradas “hashtags” (#), já utilizadas no Twitter e Instagram, como ferramenta de busca para determinado assunto e estratégia importante para ranquear o que é mais comentado no dia.

Os usuários do Facebook agora serão capazes de agrupar comentários sobre o mesmo tema, digitando a “hashtag” ao lado de uma palavra-chave — tais como #comunicação — no final de um post.

Por enquanto, cerca de 20% dos usuários já estão usando o novo serviço. O lançamento global já é esperado para as próximas semanas.

E o que isso muda no planejamento de comunicação digital? Muita coisa! Assim como já é feito no Twitter, apenas o que importa deve ser tagueado com o famoso jogo da velha (#). Sua empresa não será encontrada se usar mais ou menos tags na frase. Por exemplo: #colocar #todas #as #palavras #em #hashtags só vai fazer com que seu conteúdo perca a qualidade e fique chato para quem lê. Dê relevância apenas para aquilo que qualifica e/ou identifica seu produto, bem como o serviço que quer ser prestado e como quer ser encontrado.

Para os blogs, como é o nosso caso, é semelhante às categorias que colocamos nos posts, para ajudar o usuário que busca um conteúdo dentro da página. Esse texto, por exemplo, seria marcado com as tags #facebook #ficaadica #hashtags.

Portanto, aproveite a novidade que é grande e deve ser usada para ser encontrada nos buscadores, mas seja pertinente e não abuse no que pode te fazer perdendo fãs.

#ficaadica

Os mais velhos são órfãos digitais, apesar de serem os mais fiéis às marcas

Quase 100% das campanhas online que acompanhamos pelas mídias sociais são voltadas para os jovens. A participação das pessoas mais velhas é limitada por falta de conhecimento de usar um aplicativo, pela linguagem e pela sofisticação dos pré-requisitos para confirmar a participação e engajamento a uma campanha. Obviamente que ninguém vai gastar esforço (e dinheiro) em uma campanha que não seja focada especialmente para as pessoas mais novas, que é quem passa quase 8h em frente ao computador diariamente.

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O que vem sendo feito no Pinterest?

O que é mais comentado na rede social que coleciona imagens da web? Qual é a origem das imagens compartilhadas? Quais assuntos são os mais comentados? Como as pessoas usam a rede? Estas e outras respostas foi o que um estudo da AG2 Publicis Modem em parceria com a brasileira Raquel Recuero se propôs e estudar.

Foram coletados 320 pins e analisadas 22 categorias.

Entre os tópicos mais comentados estão comida, artesanato, decoração, estilo e beleza. A maior parte dos pins vem de sites com o botão de compartilhamento, seguido pelo Tumblr.

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