Curtir porque?

A Gauge realizou uma pesquisa sobre as “Faces do Facebook” apresentada em um evento da FecomercioSP. Culturas de utilização, perfil de usuários, conteúdo, dentre vários outros importantes assuntos para um profissional de Marketing Digital se inteirar, destaquei um que considero a grande questão das marcas que resolvem apostar nas redes sociais: o que leva o usuário a curtir uma página?

Segundo a pesquisa, o perfil dos curtidores está relacionado com o mix de conteúdo, cultura de utilização e perfil dos usuários. Conheça os “tipos de curtidores”.

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O que a internet tem feito com o nosso cérebro?

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Se você é desses que já acordou no meio da noite para mexer no celular, verificar sua caixa de e-mail, olhar as notificações das redes sociais, voltou a dormir, acordou, checou mais uma vez o smartphone, se arrumou para trabalhar, reativou o 3G no caminho para o trabalho, fez check in e sentou-se na cadeira para trabalhar em frente ao computador, sem dúvida já deve ter se perguntado isso.

Não se lembrar das coisas que fez ontem, do número de telefone, de datas ou qualquer que seja o assunto (porque o Google sempre está lá para responder) são características típicas de quem passa horas a fio conectado ao mundo virtual. Mas qual é o comprometimento neurológico que a tecnologia pode trazer para o nosso cérebro? A instantaneidade da informação compromete a memória de curto prazo, que dispensa o armazenamento de uma novidade em menos de um segundo.

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Mulheres são mais ativas nas Redes Sociais

A eCGlobalNet, plataforma para geração de insights de consumidores da eCGlobal Solutions divulgou no mês passado, uma pesquisa feita pela internet com 1.956 adultos maiores de 18 anos residentes no Brasil.

Segundo os resultados apurados no questionário em português, os brasileiros passam muito tempo conectados na internet: 97% dos internautas do país costumam passar pelo menos uma hora conectados e 16% chegam a passar o dia inteiro na rede. Apenas 1% não possui acesso diário à internet.

Em seu tempo conectado, 82% dos internautas brasileiros gostam de conversar com amigos, 65% atualizam suas redes sociais e 59% publicam fotos nelas.

Além das informações de hábitos de uso, a pesquisa revelou uma informação interessante: as mulheres conversam, atualizam suas redes e publicam mais do que os homens.

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O que isso significa? Que o consumo e a publicidade feita online para elas tem grande poder de eficácia. Enquanto conversam online com as amigas, a decisão de compra pode aumentar a publicidade relacionada às palavras patrocinadas (sim, aquelas propagandas que aparecem do lado direito do Facebook relacionadas ao assunto que você está conversando) tem grande poder de alcance. Portanto, a cada “sapato”, “bolsa” ou “maquiagem” que você digita pode ser observada pelos robôs do Search Marketing.

Para os publicitários, essa é uma informação preciosíssima para ranquear conteúdo. Aproveitem!

Confira a pesquisa completa, clicando aqui!

Infográfico: os horários nobres do Facebook

Isso mesmo. Quinta-feira, por volta das 20h, é o horário de maior audiência no Facebook. Pelo menos é o que diz uma pesquisa feita pela plataforma de monitoramento, gestão e análise de mídias sociais brasileiras, SCUP, divulgada em um infográfico no mês passado.

A rede social é utilizada por mais de 67 milhões de brasileiros, para o estudo identificou-se qual o período de maior movimento e então foi analisada uma amostra de quase 34 milhões de posts e comentários, monitorados pelo Scup em 2012.

Segundo a análise, o volume e a distribuição de posts e comentários durante a semana em todas as horas do dia é semelhante. Porém, há uma pequena variação aos sábados e domingos, quando os usuários brasileiros parecem tirar uma folga da rede social. Entre 20 e 21 horas, principalmente às quintas-feiras, o Facebook parece atingir seu pico de uso.

Antes do intervalo para o almoço, entre 11 e 12 horas, o movimento cresce e pode ser uma boa hora para postagens mais descontraídas. É neste período que quem começou a trabalhar cedo utiliza a rede social como um elemento de descontração.

E mesmo que sua empresa funcione das 9 às 18 horas, o volume de postagens e comentários durante o horário comercial não muda muito após o expediente. Das 9 às 23 horas, os gráficos apresentam um comportamento constante dos usuários. Isso pode ser explicado pelo crescente acesso aos smartphones.

E o que isso significa?

Monitoramento neles! Isso mesmo. De posse das informações de maior interatividade na rede, o monitoramento do que está sendo falado é imprescindível para garantir uma boa atuação. Não adianta provocar o usuário com uma pergunta, imagem ou campanha se não estiver disposto a interagir junto com ele. Isso mesmo! O Analista de Mídias Sociais não encerra o expediente às 18h. Ele deve estar junto ao público para responder, analisar e proporcionar o engajamento da marca com o consumidor. 

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Monitoramento do consumidor: a publicidade que se beneficia do nosso comportamento

Fui convidada para participar nesta segunda (6/5) do Programa Caleidoscópio na TV Horizonte, para falar sobre um tema polêmico entre os usuários das redes sociais, em especial o Facebook. O assunto foi o monitoramento do consumidor e uso abusivo de empresas em “ler” o que a gente posta e instantaneamente oferecer produtos.

O briefing previa um debate sobre o que é considerado uma prática publicitária ética na internet e o que poderia ser considerado abusivo ao usuário. Na roda de conversa estava eu, um advogado e a dona de uma empresa (que também vende pela internet) em Belo Horizonte, além da plateia que trazia depoimentos sobre experiências vividas nas redes.

A premissa básica da conversa foi iniciada por um acordo que nós, usuários, assinamos com o veículo de comunicação. Quando aceitamos participar da rede, compactuamos com a política de privacidade, que permite exibir aos robôs de busca, o conteúdo que postamos para relacioná-lo à publicidade que é vendida para as empresas. Até aí tudo bem. O limite é ultrapassado quando escrevo do meu time da minha timeline e uma empresa beneficia-se dessas palavras para me atrair a um conteúdo relacionado à cerveja, por exemplo. Resultado: click e usuário frustrado.

Em contrapartida, um tópico levantado que selecionei para abordar aqui, foi o do nosso comportamento na rede e como contribuímos para o monitoramento das empresas. Sabemos que ouvir o que o usuário fala é hoje questão de sobrevivência para qualquer empresa, principalmente porque serviços como Procon estão sendo cada vez menos utilizados depois da possibilidade de “xingar muito no twitter” e resolver meu problema em menos de 24 horas. Portanto, apesar da publicidade abusiva na qual também compactuamos, não há como negar que oferecemos às empresas nossas informações e pedimos para ser ouvidos imediatamente quando temos uma reclamação a fazer. Se a empresa me ouve, considero-a como um atendimento bem feito. Se não, ofereço ainda mais motivos para ser monitorado, uma vez que busco recursos como o Reclame Aqui e várias outras redes ao mesmo tempo.

Isso sem contar o quanto nos beneficiamos da opinião dos outros antes de comprar um serviço. Se isso não pudesse ser monitorado pelo “Deus Google”, como a filha do advogado que participou do programa definiu, jamais poderíamos nos beneficiar da experiência bem ou mau sucedida de outros usuários antes de submeter a uma compra.

Portanto, com o advento do “promover post” e brigar por um espacinho na disputada timeline de nossos fãs, tem valido tudo, inclusive comprar palavras de futebol para vender cerveja. Cabe ao profissional que monitora e planeja estratégias observar o comportamento de seu público alvo e oferecer conteúdo de qualidade, compatível com o desejo de quem compra. Os recursos são muitos e monitorar o consumidor não é uma prática ilegal, desde que seja coerente e favoreça de forma positiva quem assume “Curtir” o que sua empresa tem a oferecer.