Precisamos valorizar o ser humano, não o usuário

Marcar e desmarcar compromissos nunca foi tão fácil. Aniversários só são lembrados graças ao Facebook. Números de telefone? Não são mais necessários lembrar, quiçá ligar, sendo que uma mensagem Inbox resolve um assunto em tempo real.

Já virou clichê falar que estamos vivendo na era do descartável, que o contato imediato e simultâneo enfraquece os laços fortes estabelecidos antes pelas redes sociais físicas. Tornamo-nos vulneráveis ao excesso de informação e o post de um antigo parece ser apenas “mais um”. Isso soa bastante pessimista e ultrapassado, não? O fato é que a tecnologia já era, e nós precisamos voltar a valorizar as pessoas. É isso que está faltando para as estratégias serem de fato efetivas.

Por outro lado, as redes sociais aproximam pessoas e formam novos laços que jamais seriam possíveis simplesmente pelo contato físico.

Vulneráveis ou descatáveis?

Pensando nisso, a comunicação das empresas insiste em ser voltada para a “massa”. Há tempos que promoções e brindes em troca de “likes” e “retuites” não engaja os usuários. Em uma etapa de planejamento e divulgação instantânea a estratégia ainda funciona, mas em um segundo momento é preciso tratar o usuário como ser humano. Várias campanhas valorizam o contexto e a história de vida de seus fãs, mas ainda falta um relacionamento.

Essa semana vi uma frase muito pertinente divulgada e disseminada pelo Scup no Facebook que dizia o seguinte:

Isso quer dizer que vamos ter que conversar um a um com cada usuário? Não. Mas se quisermos engajar, precisamos tratá-los como seres humanos. O consumo não é mais exercido simplesmente pela publicidade, mas no valor que a marca dá para a criatividade ou reconhecimento pela participação de alguém. Não é novidade que o boca boca na Internet vende muito mais (ou faz alguém desistir de uma compra) do que um site bonito.

Portanto, além de um site bom que atenda o que o seu cliente precisa, trate-o como ser humano e fidelize-o.  Escute-o nas redes sociais, dê destaque a opinião dele e trate-o muito mais do que como um possível consumidor, mas como um formador de opinião e possível disseminador da sua marca.

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