5 anos mudaram tudo

O documentário “O que mudou nos últimos 5 anos”, realizado pela HOTWords, tem como tema as grandes transformações vividas pelo mercado da comunicação nos últimos 5 anos. O vídeo é uma retrospectiva e uma análise dos principais acontecimentos dessa revolução tecnológica, a partir das entrevistas de personalidades envolvidas nesse mercado.

Confira:

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Redes Sociais: é preciso estar em todas?

Twitter, Facebook, Pinterest, Google+, Foursquare, redes específicas por gêneros, gostos, idade, região etc. A oferta de plataformas que pretendem integrar pessoas com interesses em comum é infinita e não para de crescer. Basta ouvir “nova rede que promete ser tendência” para os usuários das redes tradicionais saírem divulgando, enviando e pedindo convites para os amigos.  Mas será que estamos realmente prontos para interagir em vários ambientes e cadastrar em todos os sites que somos convidados? Entenda os benefícios e os riscos de participar de mais de uma rede social.

Benefícios:

Integração e interlocução com públicos específicos. Enquanto o Facebook reúne todos os amigos em um só lugar e é possível falar de tudo a todo tempo, a qualidade de informação e privacidade para discutir determinado assunto é quase inexistente. Quando participa de uma rede como LinkedIN, por exemplo, é possível falar apenas de trabalho e trocar informações profissionais, sem “encher” sua timeline com informações desinteressantes para outras pessoas.

Organização de listas. Muitas pessoas tem um perfil em uma rede para os momentos de lazer, onde posta fotos do fim de semana, piadas etc, e outra apenas para falar sobre negócios, por exemplo. O Google+ já propõe os círculos, que pretende separar seus amigos por nível de proximidade. Entretanto, todos estão em um único ambiente. Segmentar pode ser estratégico para atingir objetivos específicos.

Atender objetivos profissionais. Muitas redes são utilizadas como portifólio de trabalho (principalmente para os comunicólogos). Um designer por exemplo, poderia mostrar muito bem o seu trabalho na Pinterest.

Malefícios:

Desatualização das redes. A partir do momento em que uma conta é criada, requer do usuário uma dedicação. Se você está ali cadastrado, rapidamente você já tem seguidores e pessoas falando sobre você (para o bem ou para o mal). Ter várias redes e não mantê-las atualizadas é um risco que só deve ser corrido se estiver disposto a integração e participação em todas.

Alienação digital. Muita informação e pouco conteúdo. Estar sem tempo para atualizar de tudo e todos é o principal indício de que é melhor ficar “só no Facebook”.

Falha no monitoramento. Você sabe o que está acontecendo naquele ambiente? Criar um grupo e não participar é o mesmo que não participar. “Queimar o filme de graça” e não monitorar tudo o que estão dizendo não é uma boa alternativa.

#ficaadica para a administração dos seus perfis pessoais e principalmente, para os profissionais que representam as empresas nas redes sociais. Parecer “antenado” demais não é suficiente para marcar a presença online. O lance é estar conectado e atualizado com freqüência para ouvir os clientes em todos os canais.


Redes Sociais e a psicologia do relacionamento

Várias abordagens da psicologia têm tratado o fenômeno das redes sociais como responsáveis pelo traço marcante do egocentrismo e isolamento social, o que tem ocasionado doenças mentais como o “vício na internet”, “depressão do Facebook” etc.  Vemos também empresas tradicionalmente conservadoras que recusam-se a participar do crescimento das redes sociais por julgarem desnecessário ou por já terem uma cartela satisfatória de clientes.

Em contrapartida a esses dois posicionamentos, vários teóricos da psicologia social veem as redes como forma de integração e participação social. “O princípio é conhecido há muito tempo e é precisamente a replicação deste fenômeno ao nível de produtos e serviços que as marcas procuram reproduzir através das redes sociais online pelos seus ‘embaixadores’ – pessoas selecionadas para demonstrar e transmitir os princípios da uma marca de forma a disseminá-los pela sua rede de contatos. Estes são também dados que interessam a organismos públicos para planejar iniciativas de alteração de comportamentos”, define Jonah Lehrer na Wired.

Amcham, por sua vez, divulgou um estudo feito junto a executivos de marketing de empresas associadas, que indica que 96% já reconhecem as redes sociais como importante canal fomentador de negócios e que 65% planejam aumentar as ações e verbas destinadas a essas ferramentas em 2012. Outros 31% dizem que manterão os aportes no nível deste ano.

O reconhecimento ainda é um tabu para os “não usuários”. Entretanto, cada vez mais os especialistas estão percebendo que não se trata de uma rede de tecnologia, mas de relacionamento, e que não usar é quase impossível. As crianças que nascem hoje, não sabem o que é viver sem essa forma de relacionar, assim como muitos de nós não sabem o que é viver sem luz. Isolamento, egoísmo, egocentrismo, narcisismo são problemas sociais existentes independentemente das redes virtuais. Será que através delas esses problemas não estão apenas tornando-se expostos?

Quanto as empresas conservadoras, o caminho é irreversível. Estamos cada vez mais perto do “ou se relaciona onde os clientes estão ou não se relaciona”.

Pinterest: a moda já chegou aos negócios

E-book gratuito mostra aos empresários como investir na rede

Lançada em março de 2010 e reconhecida como a grande aposta para 2012, a rede social Pinterest finalmente parece cair no gosto popular.  Depois de ser reconhecida pela revista Time como um dos 50 melhores sites de 2011, a rede já soma cerca de 40 milhões de visitas semanais originadas de usuários de todo o mundo.

O Pinterest permite organizar e compartilhar todas as coisas bonitas que as pessoas encontram na rede. Os internautas usam pinboards para planejar seus casamentos, decorar as suas casas e organizar as suas receitas favoritas. A rede é até então, de uso preferencialmente feminino, embora já esteja despertando a curiosidade dos homens.

Entretanto, onde tem usuários tem possibilidades de negócios, certo? Muitas empresas já veem a rede como um mercado promissor para venda de seus produtos e serviços e um nicho para oferecer descontos para seus seguidores. Através do Pinterest também é possível realizar concursos e promoções, fazer pesquisa de mercado para novas ideias de produtos etc.

Já tem empresário de olho na rede e claro, já 2tem e-book gratuito sobre o assunto. How to Use Pinterest for Business traz dicas sobre como investir de forma assertiva nesse novo nicho.

A rede também tem sido utilizada por profissionais da área de Publicidade e Propaganda para criar comunidades e para construir a representação visual do trabalho. Tem gente até refazendo o escritório em casa a partir de inspirações vistas na rede.

A aposta do sucesso do Pinterest foi feita e vem sendo concretizada dia a dia. Utilizá-la da melhor maneira possível parece ser (ainda) para os profissionais de mídias sociais, um desafio.  Entretanto, enxergá-la como possibilidade de negócio é primeiro passo para atrair usuá