As Redes Sociais nas assessorias de imprensa

Caixa cheia, destinatário incorreto, falha em abrir o anexo… Esse problemas já fazem parte do passado. Não é novidade que a comunicação pela internet já ultrapassou há muito as barreiras do e-mail. A caixa de mensagens mais tradicional pode ser considerada hoje, como simples troca de arquivos internos no ambiente coorporativo.

Quando o assunto é divulgação e comunicação em massa, as Redes Sociais são as ferramentas mais eficazes para disseminação rápida e eficiente de uma informação. A começar pela certeza que se a empresa na qual você deseja enviar um release tem um perfil no Twiter e Facebook. Se tiver, provavelmente (se forem preocupados com o monitoramento de suas marcas) acessam as mensagens diariamente, pelo menos em todo o período comercial. Nesse próprio filtro de mensagens que mencionam a marca, o jornalista pode receber pautas interessantes, que às vezes estão acumulados em sua caixa de e-mail e que ainda não tenha tido como ler.

O ideal é que se tenha um blog da empresa da qual você assessora, para postar as notícias. Em seguida, ao invés de disparar e-mails (que podem nem chegar ao destinatário) basta enviar para os jornalistas via Twitter ou Facebook, mencionando o nome do jornal, o título da sua mensagem e o link do seu post no blog. Ele pode até não publicar, mas a garantia que vai ler é bem maior do que competir com suas centenas de e-mails na caixa de entrada.

É bom para os dois lados: o assessor de imprensa produz uma comunicação mais assertiva e eficiente e o repórter consegue filtrar em tempo real, o que é ou não interessante para seu veículo.

É a comunicação nas nuvens reduzindo e otimizando cada vez mais o tempo de trabalho!

Invista nos mailing de perfis ao invés de perder tempo com endereços.

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Web 2.0 e o jornalismo colaborativo

Enquanto vários portais de notícias se dizem “colaborativos” por permitirem (e moderarem) comentários de leitores há governos substituindo a participação de políticos pela participação pública. Muitos sites se diziam colaborativos por ter simplesmente um canal de “Fale Conosco” ou por abrir uma caixa de comentários em posts. Em pouco tempo descobriu-se que essa ainda era a comunicação em mão única. O veículo é quem diz, e o consumidor expressa (sem ser ouvido).

Esse conceito foi renovado com a Web 2.0. Não dá mais para falar sem ouvir. É preciso saber a opinião quem lê, de quem consome, para produzir conteúdo adequado, que de fato é o que o público quer ouvir. Essa questão é tão séria, que os governos estão “abrindo as portas” de suas constituições para que o próprio cidadão possa falar.

A Islândia é o principal exemplo disso. A Constituição do país está sendo construída junto à população no Facebook. Esse e outros cases vocês podem ver nesse blog, que não por um acaso é também de minha autoria.